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O Senado aprovou por unanimidade o marco civil da internet. Embora a oposição tenha firmado a necessidade de mais tempo para discussão sobre o tema, o texto acabou aprovado para evitar que ele retornasse à Câmara dos Deputados. O interesse da base foi a aprovação rápida e sem emendas para que o projeto vire lei durante o seminário Netmundial, que ocorrerá em São Paulo a partir desta quarta-feira, 23.
Mais cedo, o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), garantiu que haverá oportunidade de ajustes do texto no futuro, por meio de medida provisória. De manhã, duas comissões permanentes haviam aprovado o projeto – a de Constituição e Justiça (CCJ) e a de Ciência e Tecnologia (CCT). A terceira comissão de mérito pela qual o projeto deveria passar foi a comissão de fiscalização e controle, a CMA, que deu seu parecer já no Plenário.
O relator Ricardo Ferraço (PMDB-ES) destacou que o projeto é fruto de um amplo ciclo de debates e consultas feitos, inclusive, pela internet. De acordo com ele, o projeto foi construído pelos usuários num processo inovador, inclusivo e democrático. \"O resultado foi um texto maduro, equilibrado e inteligente, que balanceia os direitos e obrigações dos usuários\", disse.
Ele lembrou que hoje os administradores de sites de hospedagem podem retirar conteúdos mediante notificações. A partir da nova lei, isso terá de ser feito apenas por determinação judicial. Na opinião dele, o Brasil está dificultando a ação de hackers e serviços de espionagem de dados e comunicações, como o que estava em pela a NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA).
Ferraço concordou que o texto merecia mais análise, mas disse que está satisfeito com a promessa feita por Braga de que ele poderá ser revisado mais tarde. O senador Walter Pinheiro (PT-BA) também considerou a hipótese. \"Este é um conjunto de diretrizes que aponta para o ordenamento do uso da internet. Aperfeiçoamentos podem ocorrer, futuramente\", afirma.
Críticas
O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) disse qu
e a oposição poderia impedir a votação obstruindo-a ou apresentando emendas de Plenário, mas não o faria. Contudo, lamentou a posição da presidente Dilma e o “afã dos senadores em querer agradá-la”. Como os demais senadores da oposição, ele pedia tempo para aperfeiçoar o texto.
O artigo 31 foi um dos que estava em sua mira. O texto determina que \"até a entrada em vigor de lei específica, a responsabilidade do provedor de aplicações de internet por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros, quando se tratar de infração a direitos de autor ou a direitos conexos, continuará a ser disciplinada pela legislação autoral vigente\". Aloysio traduziu o enunciado como se dissesse “a lei de direitos autorais deve ser respeitada até quando for modificada”.
A oposição focou, ainda, a redação do artigo 10, que trata da guarda e da disponibilização dos registros de conexão e de acesso a aplicações de internet, como de dados pessoais e do conteúdo de comunicações privadas. O texto motivou dúvidas durante a votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) porque havia preocupação sobre a abrangência do termo “autoridades administrativas”, que podem requisitar dados cadastrais, por exemplo.
O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), relator do projeto na comissão, concordou com a troca de \"autoridades administrativas\" por “delegado de polícia e o Ministério Público”, mas ela não foi adiante porque faria o projeto voltar para a Câmara, e isso não era interesse do governo.
Entre os principais pontos do projeto, está o artigo 9º, que protege a neutralidade de rede. Ou seja, o tratamento isonômico de quaisquer pacotes de dados, sem distinção de preços para a oferta de conteúdo. A regra determina tratamento igual para todos os conteúdos que trafegam na internet. Os provedores ficam proibidos de discriminar usuários conforme os serviços ou conteúdos que eles acessam - cobrando mais, por exemplo, de quem acessa vídeos ou aplicações de compartilhamento de arquivos.
Fonte: Olhar Digital
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Conta de energia fica 11,40% mais cara no RN a partir desta terça-feira O reajuste de 11,40% na conta de luz das residências potiguares entra em vigor a partir desta terça-feira (22). O aumento autorizado no último dia 15 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) também atinge indústrias que terão reajuste de 15,78%.
As novas tarifas valerão para as 1,250 milhões de unidades consumidoras do Estado. O presidente do Conselho de Consumidores de Energia Elétrica da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), João Lima, explicou que o aumento é uma medida para compensar as distribuidoras de energia que estão pagando uma energia mais cara. Para ele, essa medida reflete uma “falta de planejamento”.
“Como está faltando energia, os reservatórios estão com níveis baixos, a energia térmica está sendo despachada de todas as formas. Esse aumento pode se estender até o próximo ano. Todos nós vamos pagar a conta por uma falta de planejamento”, declarou. João Lima lembrou que a energia brasileira é uma das mais caras do mundo.
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Os policiais militares e bombeiros do Rio Grande do Norte deliberaram pelo fim da paralisação deflagrada no início da manhã desta terça-feira (22). Após reunião com a cúpula da segurança pública, as categorias optaram por oferecer mais um voto de confiança ao Governo do Estado, que assumiu o compromisso de enviar o projeto da Lei de Promoção de Praças para a Assembleia Legislativa, no dia 30 deste mês de abril.

A decisão pelo fim da greve foi tomada após assembleia (Foto: Wellington Rocha)
A decisão pelo fim da greve foi tomada após assembleia (Foto: Wellington Rocha)

Com isso, os policiais e bombeiros militares realizaram uma assembleia geral extraordinária no acampamento montado em frente à Governadoria e votaram pela suspensão da greve. “Agora, vamos esperar que o Governo cumpra com sua palavra, tendo em vista que o próprio secretário de Segurança, Eliéser Girão Monteiro, assinou um termo de compromisso”, destacou o soldado Roberto Campos, presidente da Associação dos Cabos e Soldados da PM-RN.
A paralisação dos PMs e bombeiros teve início às 7h, reunindo praças e oficiais, bem como familiares dos militares, em frente ao prédio da Governadoria. A adesão aconteceu também pelo interior do Rio Grande do Norte. Além de se comprometer a enviar o projeto da Lei de Promoção de Praças, o Governo agendou uma reunião para o dia 5 de maio, quando os outros pontos da pauta de reivindicações deverão ser debatidos.
A pauta de reivindicações das duas categorias inclui a lei de promoção de praças; reajuste de 56,7% do subsídio e a inclusão da database ao texto da lei; devido enquadramento dos níveis remuneratórios; pagamento das férias; integralização dos vencimentos dos que foram promovidos e ainda não recebem de acordo com a graduação; revisão da lei e reajuste da diária operacional; admissão de etapa alimentação com verba indenizatória; revisão do estatuto da Polícia Militar (carga horária); substituição do RDPM por código de ética; complementação dos efetivos de acordo com o previsto nas leis de fixação do efetivo e convocação dos 824 suplentes; assistência à saúde psíquica do PM e do BM.
Com o retorno as atividades normais, o policiamento ostensivo será retomado de maneira integral nas ruas de Natal e todo o Estado, já na noite desta terça-feira (22). Ainda durante a reunião com a cúpula da segurança, ficou acordado que os policiais que participaram do movimento de hoje não receberão nenhum tipo de punição.
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m 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.
Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil.
A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristóvão Colombo, navegando pela Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária (370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha.
Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas.
Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.

http://www.historiadobrasil.net/
Via: cgnews
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Hoje é um dia muito especial para mim, que há pouco mais de um ano resolvi criar o Blog Retalhos de Quixadá.  Confesso que de início me senti insegura por não dominar muito as mil e uma utilidades da internet. Mesmo assim fui indo, errando mais que acertando, quando pensava estar concluindo um trabalho, acabava perdendo tudo, mas não desisti. E hoje, com muita alegria, vejo que cheguei a 200.000 acessos, que só foi possível graças a gentileza de todos vocês que me acessam, que comentam meus posts.
Ficaria grata se me enviassem sugestões de matérias, até mesmo links interessantes, pois minha intenção e publicar coisas que agradem a todos vocês. Muito obrigada.
Obrigada!!! Sua visita me faz feliz!!!
www.retalhosdequixada.blogspot.com

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smartphone-blocos

O Google anunciou na semana passada que seu celular desmontável deve chegar ao mercado já em 2015. O smartphone faz parte do Projeto Ara que pretende construir aparelhos personalizáveis montados a partir de blocos que, encaixados, se transformam no telefone.

Nesta semana, a empresa realiza uma conferência de desenvolvedores interessados no projeto. Durante o evento, os profissionais devem receber instruções sobre como melhor utilizar a plataforma e o kit de ferramentas para desenvolvedores, lançado na última semana.

Segundo o chefe do Projeto Ara, Paul Eremenko, duas outras conferências para desenvolvedores estão marcadas para julho e setembro deste ano. Os primeiros smartphones devem ser lançados em janeiro de 2015.